Disney+ alcança 95 milhões de assinantes em apenas 14 meses
12/02/2021 08:44 em Curioso

O Disney+ atingiu a marca de 95 milhões de assinantes ao redor do mundo, de acordo com o relatório de lucros da empresa no primeiro trimestre de 2021, que foi divulgado nesta quinta-feira (11). Os números são surpreendentes, já que foram alcançados com o serviço de streaming tendo apenas 14 meses no ar. 

 

Os dados mostram também um aumento significativo no número de clientes, já que em um anuncio realizado no Dia do Investidor, em dezembro de 2020, a empresa informou aos acionistas que possuia 86 milhões de assinantes, o que representa um aumento de cerca de 10,5%.


Estreias podem ter impulsionado crescimento

 

Este crescimento pode ser sido impulsionado por grandes sucessos que foram lançados neste meio tempo, como os episódios finais da segunda temporada da série “The Mandalorian” – série derivada do universo de ‘Star Wars‘ – e a animação “Soul”, da Pixar. 

 

Este número, inclusive, pode ser ainda maior, já que os resultados são do dia 2 de janeiro, data anterior à estreia da série WandaVision, da Marvel Studios, que estreou em 15 de janeiro. O que aponta que o número de assinantes do serviço já pode ter chegado a 100 milhões. 

 

Em um ano, os serviços de streaming direto ao consumidor da Disney cresceram 73%, alcançando uma receita de US$ 3,5 bilhões (cerca de R$ 19 bilhões). Porém, existem números que caíram, como a receita média mensal por assinante, que, atualmente, é de US$ 4,03 (equivalente a R$ 21,63 na cotação atual), muito por conta Disney Plus Hotstar, plano mais barato disponível na índia e na Indonésia.

 

Meta original

 

A meta original da Disney para o seu serviço de streaming era de 90 milhões de assinantes em quatro anos, porém, ao alcançar este número em um pouco mais de um ano, a casa do Mickey revisou seu plano para 2024 e agora pretende alcançar algo entre 230 e 260 milhões de assinantes neste período. 

 

O streaming foi um dos motivos para que a Disney tivesse resultados positivos em 2020, mesmo com uma queda de mais de 20% em um ano por conta dos impactos da pandemia da covid-19, que manteve os parques fechados e não permitiu que os navios de cruzeiro da empresa pudessem zarpar, a receita da empresa foi de US$ 16,25 bilhões (em torno de R$ 87 bilhões).

 

 

Fonte: Olhar Digital

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